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O Que Aconteceria se o Brasil se Transformasse  num  Evangelistão? O termo Evangelistão   ganhou espaço no debate político e sociológico brasileiro para descrever um cenário hipotético: e se o Estado brasileiro e suas instituições fossem dominados por uma teocracia evangélica fundamentalista? Embora o movimento evangélico no Brasil seja profundamente heterogêneo  ( composto por igrejas tradicionais, pentecostais, neopentecostais, correntes moderadas e até alas progressistas) , a ascensão de um regime controlado por setores extremistas traria transformações profundas na sociedade, na economia e nos direitos civis. Mas como seria a vida sob essa realidade? O país enfrentaria um retorno aos moldes da Inquisição? Analisamos os impactos desse cenário hipotético.   O Colapso do Estado Laico e a Perda de Direitos   A Constituição de 1988 estabelece a liberdade religiosa e a neutra...

O economista que aprovou a Reforma Tributária e quer tirar 10 milhões do Imposto de Renda: por que Haddad é um bom nome para São Paulo

 

Você lembra quando falar de política econômica parecia chato e distante? Pois é. Mas o que Fernando Haddad fez à frente do Ministério da Economia mudou o bolso de milhões de brasileiros – e pouca gente percebeu. Enquanto muitos falavam, ele aprovou no Congresso projetos que estavam travados há décadas. Agora candidato ao governo de São Paulo, Haddad carrega um currículo concreto. E não é promessa de campanha: é fato já feito.

 

1. Reforma Tributária: a maior mudança em 50 anos

- Simplificou impostos sobre consumo.

- Aprovada em duas votações no Congresso com ampla maioria.

- Resultado prático: menos burocracia para empresas, mais competitividade, e preços de produtos podem cair.

 

2. Isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil

- Projeto aprovado na Câmara e no Senado.

- Quem recebe até R$ 5 mil não pagará nada de Imposto de Renda e há uma isenção parcial (desconto reduzido) para quem ganha até R$ 7.350,00 mensais.

- Impacto: cerca de 15 milhões de pessoas deixariam de pagar ou pagariam menos.

 

3. Programa de Pleno Pagamento de Precatórios

- Regularizou dívidas do governo com cidadãos e empresas.

- Deu previsibilidade fiscal sem cortar gastos sociais.

 

4. Arcabouço Fiscal sustentável

- Substituiu o teto de gastos (que congelou investimentos por anos).

- Permite crescimento de despesas dentro de limites realistas, sem explosão da dívida.

 

Nenhum desses projetos foi invenção de gabinete. Todos foram debatidos, votados e aprovados no Congresso Nacional.

 

Por que isso importa para São Paulo?

 

Haddad não chega prometendo o impossível. Ele chega com experiência de quem já negociou com 513 deputados e 81 senadores para aprovar mudanças reais. Como governador, pode aplicar essa mesma capacidade de articulação para:

- Melhorar o transporte público (já fez na prefeitura de SP).

- Atrair investimentos com segurança jurídica.

- Fazer reformas estruturais no estado, sem aventuras fiscais.

 

Voto não é sobre amar político. É sobre escolher quem tem mais chance de entregar resultado. Haddad já entregou – e em escala nacional. Agora quer aplicar isso em São Paulo. Se você quer um governo que saiba fazer a máquina funcionar, que entende de economia real e que já provou que consegue aprovar o que promete, Haddad é o nome mais preparado na disputa.

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