O tsunami autoritário de 2026: como a esquerda progressista pode vencer Não é alarmismo, é leitura de conjuntura. O ano de 2026 já começou para a direita internacional e para o bolsonarismo raiz. Enquanto muitos ainda discutem nomes e alianças, o campo conservador articula uma ofensiva multifacetada: com dinheiro estrangeiro, guerra digital, fake news em escala industrial e uma imprensa cada vez menos disfarçada. Por isso, caros companheiros, precisamos parar de reagir e começar a agir estrategicamente. Estamos diante de um tsunami. Mas, com planejamento, podemos não apenas resistir, podemos construir maioria na Câmara e no Senado, dar a Lula um Congres so que funcione e enterrar de vez o projeto fascista no Brasil. Aqui estão os três eixos que devem nortear cada militante, cada pré-candidato, cada coletivo progressista. 1. A guerra invisível: enfrentar a indústria do caos Peter Thiel – o bilionário que ajudou a eleger Trump e Jair Bolsonaro – mudou-se para a Argent...